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Gestão de Sistema Independente de Saúde

Serviço Independente de SaúdeG-SIS – Gestão de Sistemas Independentes de Saúde – Uma ótima opção á criação de planos de saúde.

O mercado é dinâmico em qualquer lugar do mundo. No Brasil, e em particular caso, no segmento de saúde, o dinamismo venceu a pesada, cara e complexa burocracia da ANS (Agência Nacional de Saúde) para se criar e manter operadoras de saúde. Essa revolucionária prática se chama G-SIS – Gestão de Sistemas Independentes de Saúde. Esse modelo de negócio é legal, prático, eficiente, barato para os clientes e altamente lucrativo para os prestadores de serviços médicos. Através do G-SIS as empresas médicas oferecem serviços de qualidade para os clientes que não tem acesso aos serviços médicos ofertados pelos planos de saúde e convênios médicos.

Seguindo forte tendência européia e japonesa, onde os sistemas independentes de saúde têm mais de 50 anos e colhem excelentes resultados nesses lugares, o Brasil ver agora surgir, de forma avassaladora e altamente competitiva, o modelo G-SIS como uma excelente alternativa de acessos e ofertas de serviços de saúde privada.

O G-SIS, por ser um sistema dinâmico e auto-sugestivo de atendimentos médicos e não se caracterizar como plano de saúde e por isso não está sob a tutela jurídica da ANS. Ou seja, para se implantar o G-SIS, a pessoa jurídica será caracterizada como prestadora de serviços especiais na Receita Federal e será legalmente constituída como uma empresa comum desta categoria.

O G-SIS é simplesmente eficiente para quem quer oferecer os serviços de intermediação médica. Porém, não é mais o recomendado para ser implantado numa empresa médica que atende diretamente os seus clientes. Nessa última opção o mais recomendado é o sistema de cartão de fidelidade saúde.

Dessa forma vale enfatizar que o G-SIS deve ser implantado numa empresa exclusiva de intermediação de serviços médicos e dessa forma legalmente constituída.

Para uma clínica, consultório médico ou hospital implantar o G-SIS seria provavelmente impossível, uma vez que essas empresas são regidas por normas da ANS. Contudo, uma empresa de prestação de serviços de intermediação de serviços médicos pode muito bem operar nessa modalidade (como funcionam as empresas de comercialização de planos de saúde) e cadastrar empresas médicas nos seus sistemas e lhes encaminhar clientes.

Visando auxiliar os nossos clientes estamos lançando o e-book G-SIS – Gestão de Sistema Independente de Saúde – que ensina exatamente como se montra, registra e opera uma empresa nessa modalidade de serviços comerciais. O e-book foi escrito em linguagem clara e rápida e ensina exatamente todos os passos para quem quer operar como agente de intermediação de serviços médicos.

Nesse nosso livro eletrônico se descrevem todos os aspectos técnicos, legais, tributários, operacionais e comerciais da gestão dos sistemas independentes de saúde. Com a sua leitura desse e-book, você saberá valiosas informações como:

O que é o G-SIS

Como funciona o sistema

Como se caracteriza legalmente a empresa e o negócio

Como se registra uma empresa dessa modalidade

O que é o serviço de intermediação médica

Quanto se gasta para implantar uma empresa desta

Como é feita a adesão dos clientes

Quanto é cobrado pelos serviços de intermediação

Aspectos legais – Por que não se precisa de registro na ANS

Quais são os tipos de planos oferecidos aos clientes

Detalhes técnicos da operacionalidade do G-SIS

Como se remunera os prestadores de serviços

Particularidades dos serviços ofertados

Tipos de contratos

E muito mais…

Aproveite já essa oportunidade é saiba como implantar a sua empresa de sistema independente de saúde.

Serviço Independente de Saúde

G – SIS

Gestão de Sistema Independente de Saúde

Sumário

01 – Introdução

02 – Quais são os tipos de cartões de clientes?

03 – Porque é proibido o sistema de cartão de descontos em empresas médicas?

04 – OPS versus SIS

05 – O que é o SIS?

06 – O que é o sistema auto-sugestivo?

07 – Como funciona o SIS?

08 – Como se registra uma empresa gestora do SIS?

09 – O que é o sistema de intermediação de serviços médicos?

10 – Quais são as vantagens do SIS?

11 – Quanto custa a implantação do SIS?

12 – Quanto se cobra pela adesão de usuários e quanto se ganha com esse negócio?

13 – Quais são os impostos incidentes sobre a empresa gestora do SIS?

14 – Qual é o custo de atendimento do usuário do SIS na empresa gestora?

15 – Qual o custo de cada adesão ao SIS?

16 – Como é feita a adesão do usuário do SIS?

17 – Como é feito o cadastro de prestadores de serviços do SIS?

18 – Aspectos Legais – Por que a empresa gestora do SIS não precisa de registro na ANS?

19 – Tipos básicos de planos das gestoras do SIS

20 – Perfil básico do usuário do SIS

21 – Preferências dos usuários do SIS

22 – Como se monta a estrutura para divulgação do SIS

23 – Como vender o cartão de usuário do SIS?

24 – Tipos de impressões de cartões de PVC

25 – Fornecedores de cartões de PVC

26 – Fornecedores de software de sistema de fidelidade

27 – Modelos de cartões

28 – Modelo de cartão de boas vindas

29 – Documentação

30 Anexo – Como se registra uma empresa de prestação de serviços

01 – Introdução – Um breve relato do mercado de saúde no Brasil

O objetivo deste livro eletrônico é ensinar como criar e operar uma empresa de prestação de serviços de intermediação para empresas médicas.

Com a sua leitura você saberá exatamente como implantar o seu Sistema Independente de Saúde(SIS) e não infligir nenhuma lei da ANS, CFM e do CRM’s. Com esse e-book você saberá de todos os detalhes que fazem a grande diferença quando se implanta um sistema deste porte numa empresa de prestação de serviços. Você conhecerá também que fazendo a coisa certa, o seu Sistema Independente de Saúde será totalmente legal e principalmente lucrativo.

Imagine você se a sua empresa optasse por montar um plano de saúde com registro e autorização na ANS?

Para essa árdua tarefa você precisaria de um capital de garantia financeira calculado inicialmente sobre o valor de R$ 5.000.000,00. Aplicando sobre esse o fator chamado de “K” da ANS – (numa opção de plano de saúde municipal) seria no valor mínimo de R$ 280.000,00. A ANS exige entre muitas e tantas outras coisas, que para se autorizar um plano de saúde, se tenha 30% deste valor em depósito bancário com lastro financeiro. Ou seja, você precisaria de R$ 84.000,00 só para garantir o seu plano de saúde em sua cidade.

E os demais custos de implantação, como rede credenciada, documentação, pessoal etc. e etc.?

Na verdade você precisaria para criar uma pequena OPS municipal de no mínimo R$ 1.400,000.00. – Isso só para por em prática essa sua aspiração empresarial.

Além disso, vale dizer que somente o processo de registro de um plano de saúde no Brasil demora de oito a dezoito meses para se concluir o processo e custa entre R$ 45.000,00 e R$ 80.000,00.

Agora vamos imaginar uma forma inteligente de incrementar a receita da sua empresa sem precisar de nada disso nem gastar esse porte de capital!

Vamos imaginar que você crie uma pequena empresa de prestação de serviços e pretenda incrementar o seu faturamento financeiro através de um potencial que o mercado médico tem mais que é muito mal explorado e principalmente, negligenciado pelas empresas médicas.  Esse potencial mercadológico é a clientela particular.

Mas você pode então se perguntar nesse momento:

- Mais a clientela de serviços médicos particulares é tão pequena que quase não existe em minha empresa. Como então ganhar dinheiro com essa parcela de mercado?

Para responder essa pergunta você precisa primeiro saber de algumas informações muito importantes sobre o mercado de saúde no Brasil. Acompanhe esse descritivo e raciocínio e saiba por que o mercado de saúde brasileiro é um grande filão financeiro.

O Brasil tem aproximadamente 190 milhões de habitantes. Sendo que destes, apenas 42 milhões são clientes de planos e convênios médicos. Desta última parte de clientes, apenas 08 milhões são pessoas físicas autônomas nos seus pagamentos de seguridades de saúde. Ou seja, 34 milhões de brasileiros têm acessos aos planos de saúde e convênios médicos porque os seus empregadores (principalmente os governos (74%)) pagam ou subsidiam esses serviços). Apenas 26% dos segurados nacionais dos planos de saúde são pagos por empresas privadas.

Segundo o IBGE a clientela potencial do SUS é 30 milhões de brasileiros (há quem duvida desse número e estipula esse valor em apenas 12 milhões de pessoas!). Somando esses números aos 42 milhões de segurados dos planos privados de saúde, temos 72 milhões de pessoas teoricamente seguradas em nosso país. Isso demonstrar que há um mercado potencial de 118 milhões de pessoas que não tem acesso aos serviços de saúde no Brasil e utilizam, – dentro das suas necessidades e condições -, eventualmente os serviços médicos particulares.

Como sabemos claramente que o Brasil é um país de doentes e de doenças, pode-se argumentar com esmero e convicção que não ganhar dinheiro com serviços de saúde no Brasil é um lúcido sinal de uma patologia crítica e grave chamada de inanição empresarial.

É exatamente nesse ponto que vamos agir e lhe ensinar como aumentar o seu faturamento médico explorando esse magnífico mercado de saúde do Brasil.

Para poder linear os nossos raciocínios e excluir as possíveis dúvidas quanto aos nossos argumentos ai expostos, vamos excluir do nosso estudo 50% dos 118 milhões de brasileiros que não tem acesso aos serviços de saúde. Vamos ficar somente com 59 milhões de clientes em potenciais.

Imagine essa clientela pagando em média R$ 50,00 por uma consulta médica particular e tendo um ticket médio anual de gastos com saúde em torno de R$ 420,00?

Você já calculou esse montante de dinheiro?

São exatos R$ 24.780.000.000.00 pagos todos os anos!

Uma coisa é certa: alguém está explorando esse mercado e ficando com fatias significativas deste montante.

Se você e sua empresa não estão nesse grupo de atuantes lucrativos deste mercado, o problema não é a pobreza dos brasileiros que não tem acesso à saúde, mas sim de posicionamento de mercado. Afinal, não ganhar dinheiro com serviços de saúde no Brasil é algo inconcebível para qualquer investidor estrangeiro.

Ora, então porque tantas empresas médicas não obtêm resultados financeiros suficientes para gerar lucros e prosperidades? Porque tantas profissionais de medicina precisam de tantos esforços para obter um padrão de vida á altura das suas aspirações pessoais e profissionais?

A resposta se condensa nessa frase: é o problema do paradigma da profissão do médico no Brasil.

Aqui em nosso país, o médico é profissional exclusivo de prática médica e raros são os que têm conhecimento de gestão de negócios de saúde. Segundo alguns estudos específicos sobre o tema, sabemos que apenas 3,7% dos 340.000 médicos habilitados no Brasil (12.654 profissionais) fizeram algum tipo de curso de gestão de negócios. Dados das 03 maiores empresas de eventos de cursos, seminários e palestras sobre gestão de negócios em nosso país indicam que apenas 0,6% dos seus participantes nos últimos 05 anos se identificaram como profissionais médicos. Dados das associações estaduais de marketing e propaganda indicam que 08% das receitas das agências advêm empresas de planos de saúde, seguros e convênios médicos. Enquanto apenas 0,03% dessas receitas advêm de empresas médicas como hospitais, clínicas e consultórios médicos.

Vale aqui se fazer uma profunda reflexão porque clínicas e médicos não se ganham tanto dinheiro com um excelente mercado como esse.

Além disso, temos o famoso problema que o médico brasileiro é um eterno escravo de tantos compromissos nunca tem tempo para ganhar mais dinheiro com sua nobre profissão.

Então meu caro(a) doutor(a) se você faz parte dos médicos(as) que não tem tempo para aprender novas coisas novas, por certo você não terá tempo para ganhar mais dinheiro exercendo a sua nobre profissão.

Você então precisa mudar o seu paradigma mercadológico e aceitar que com pitadas assertivas de gestão de negócio você poderá revolucionar a sua vida profissional e conseqüentemente os seus resultados financeiros.

A atitude mais correta, simples, eficaz e principalmente inteligente e lucrativa é implantar um sistema independente de saúde a através de adesão e personalização cartão de PVC.

Essa tem sido a melhor alternativa tomada por empresas inteligentes para se explorar esse exuberante mercado de saúde do Brasil. Essa tem sido a mais acertada decisão que muitas empresas brasileiras de intermediação de serviços médicos têm tomado quando querem um sistema de incremento de receitas financeira totalmente legalizado e dentro dos parâmetros e das leis.

O sistema independente de saúde que você vai aprender agora NÃO oferece descontos em serviços médicos nem inflige à resolução normativa de número 40 da ANS. O nosso sistema se baseia na intermediação de clientes de serviços médicos particulares. Ou seja, nós vamos lhe ensinar como ganhar muito dinheiro com a parcela da clientela que não tem condições de pagar as caras mensalidades dos planos de saúde, não têm convênios médicos, nem querer sofrer como pobres miseráveis nas longas filas de atendimento dos postos de saúde do SUS.

Lembre-se ainda que esse mercado total é de 118 milhões brasileiros – como aqui já vimos!

Antes de passarmos para o conteúdo prático do nosso livro, vale umas perguntas e respostas instigantes, interessantes e oportunas:

O profissional médico pode atender pacientes particulares através de uma empresa de intermediação de serviços, com valores iguais e/ou superiores aos indicados nas tabelas de referenciais da sua profissão?

Quais são os critérios éticos descritos no Código de Ética Médica que definem a aplicação da cobrança de serviços médicos particulares e sua intermediação?

Uma clínica pode atender os seus clientes particulares através do sistema de intermediação de serviços médicos?

E por fim: uma empresa de prestação de serviços pode cadastrar e encaminhar clientes particulares para terceiros e lhes oferecer serviços exclusivos?

As respostas para essas e todas as suas demais perguntas pertinentes ao tema estão nos próximos capítulos deste livro.

Por último, um lembrete muito importante: Num país de muitos doentes como o nosso, onde o serviço público de acesso à saúde é criticado até pelo próprio governo, não ganhar honestamente muito dinheiro com serviços médicos, é deveras uma situação preocupante, para não dizer vexatória.

Portanto, meu (minha) doutor(a) a hora de mudar a situação da sua empresa médica é exatamente agora e não se prenda a famosa falta de tempo para não saber como se faz isso. Dedique algumas poucas horas na leitura desse livro e veja que, fazendo a coisa certa e principalmente legal, você poderá usufruir do magnífico mercado de saúde privado do Brasil, que no momento movimenta anualmente trilhões de reais.

Tenha boa leitura, fartos conhecimentos e em breve nos encontraremos no todo do sucesso e da prosperidade. Lugar reservado para todos os guerreiros obstinados.

Um forte abraço de toda a Equipe Intercriar.